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Paim repudia assassinato de dirigente do PT em Foz do Iguaçu

O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento nesta quarta-feira (13), condenou o assassinato do guarda municipal e dirigente municipal do PT, Ma...

Colaboração para o Jornal Online Alagoas
Por: Colaboração para o Jornal Online Alagoas Fonte: Agência Senado
13/07/2022 às 21h50
Paim repudia assassinato de dirigente do PT em Foz do Iguaçu
O senador Paulo Paim disse que o país não suporta mais a intolerância política, que não é compatível com a democracia - Roque de Sá/Agência Senado

O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento nesta quarta-feira (13), condenou o assassinato do guarda municipal e dirigente municipal do PT, Marcelo Aloizio de Arruda, durante a comemoração dos seus 50 anos, no sábado (9), em Foz do Iguaçu (PR), em festa que tinha o ex-presidente Lula como tema.

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— A paixão política não pode se sobrepor à razão política, pois aí o que poderemos ter pela frente é a barbárie — afirmou.

Paim destacou que o país não suporta mais a intolerância política, ressaltando que isso não é compatível com a democracia. Ele disse ainda que os poderes constituídos, as instituições, a sociedade, o Estado brasileiro e agentes públicos têm a obrigação de pregar a paz.

O senador reforçou que espera que uma cultura de paz chegue a todos, nas escolas, igrejas, sindicatos, federações, confederações, centrais, de empresários e de trabalhadores, nas comunidades, nos estádios, nos clubes, nas faculdades, na vizinhança, no campo e na cidade.

— O país não suporta mais intolerância política, discurso de ódio, ameaças, chamamentos à violência. Isso não condiz com a democracia, com a liberdade, com a justiça, com a civilização, com os direitos humanos, se algum espaço houver na prática de uma política que se queira maiúscula. Em qualquer sociedade avançada, é preciso compreender que a intolerância legalmente albergada e aceita não é compatível com a democracia. A democracia não tem como tolerar a própria intolerância ­— lamentou o senador.

Médico Anestesista

 O senador também repudiou o crime cometido pelo médico anestesista Giovanni Quintela, no Rio de Janeiro. Ele ressaltou que combater o estupro é uma decisão política e destacou a necessidade de políticas públicas para o enfrentamento da violência sexual.

— Precisamos acabar com a impunidade, com a cultura do acobertamento. Precisamos mudar essa cultura e falar muito sobre esse tema. Não temos de ter medo de falar sobre isso, sobre a exploração sexual, de debater, de construir políticas de prevenção e de combate a essas atrocidades contra vulneráveis feitas por monstros como esse do Rio de Janeiro — afirmou.

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