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A Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) assegurou a participação de 12 adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas na 18ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). A competição teve início no dia 5 de maio e segue com fases sucessivas até a etapa final, marcada para o dia 29 de agosto.
Reunindo equipes de todos os estados do país, a olimpíada tem o objetivo de estimular o conhecimento no campo das ciências humanas, despertando talentos e aptidões por meio de desafios construtivos. Dentro do contexto socioeducativo, o envolvimento dos adolescentes ajuda a fortalecer o pensamento crítico, o interesse individual pelo estudo e o processo de reinserção social deste público.
O secretário de Estado de Prevenção à Violência, Ricardo Dória, ressalta que a participação dos socioeducandos na ONHB representa uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento da consciência histórica, da cidadania e da compreensão do papel de cada indivíduo na sociedade, com seus direitos e deveres. Dória explica ainda que a vivência em atividades acadêmicas estimula o protagonismo juvenil e cria vínculos positivos com o ambiente escolar, incentivando a continuidade dos estudos.
“A participação dos socioeducandos na Olimpíada de História mostra que a educação é uma ferramenta poderosa de transformação social, capaz de ampliar horizontes e reconstruir trajetórias. Esta é uma medida de suma importância para reinserirmos socialmente adolescentes e jovens que vieram a conflitar com a lei, promovendo a formação cidadã e a construção de novas perspectivas de futuro para esses jovens”, afirmou.
O cronograma contempla provas com questões objetivas e exercícios que abordam não só a história do Brasil, mas também temas interdisciplinares como geografia, literatura, arqueologia e atualidades, com uma abordagem para além do conteúdo tradicional escolar. Além disso, a competição integra o programa “Vagas Olímpicas” da Unicamp e permite que os participantes com bom desempenho concorram a vagas em cursos da universidade sem vestibular.
Para Ricardo Dória, a atividade tem um impacto muito positivo no cotidiano dos jovens. “Quando o Estado oferece uma atividade construtiva como esta, mostra a esses jovens que eles também são capazes de conquistar novos caminhos por meio do conhecimento e da educação. Isso ajuda na construção de novos projetos de vida e na prevenção à reincidência infracional”, completou o secretário.