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Alexandre Silveira toma posse e pede união contra a fome

Tomou posse no Senado, nesta quarta-feira (2), Alexandre Silveira de Oliveira, do PSD de Minas Gerais. Agora senador, ele assumiu a vaga de Antonio...

Colaboração para o Jornal Online Alagoas
Por: Colaboração para o Jornal Online Alagoas Fonte: Agência Senado
02/02/2022 às 20h00

Tomou posse no Senado, nesta quarta-feira (2), Alexandre Silveira de Oliveira, do PSD de Minas Gerais. Agora senador, ele assumiu a vaga de Antonio Anastasia (PSD-MG), que renunciou ao mandato para assumir o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Alexandre Silveira assume cotado para ser o novo líder do governo Bolsonaro no Senado. Seu mandato termina em 2023.

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— É preciso, antes de tudo, reconhecer que o nosso Brasil adoeceu e empobreceu. É uma realidade que não podemos aceitar. Fome, miséria e dor não têm partido. Não é verde, vermelho ou amarelo. É sofrimento. Esse tema, tenho certeza, sensibiliza a todos nós. Só a união de todos, independentes, oposição e situação, poderá salvar esse país da vergonha de voltar ao mapa da fome. A gravidade da pandemia de covid-19 e suas consequências exigem de todos nós trabalho, criatividade, esforço e coragem — afirmou em seu primeiro pronunciamento.

Alexandre Silveira nasceu em Belo Horizonte, em 1970. Formado em Direito, foi delegado da Polícia Civil de Minas em 1997. O senador também já trabalhou no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

— Prometo, de forma inarredável, lutar para construir uma sociedade mais justa, unida, sólida e fraterna, por meio do diálogo e da conciliação, que devem orientar a democracia e a convivência civilizada — disse o senador.

Alexandre Silveira foi eleito deputado federal em 2007, sendo reeleito. Foi também Secretário de Saúde e de Gestão Metropolitana em Minas. Na Câmara dos Deputados, foi presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e membro da Mesa Diretora.

Para o senador, sua missão agora é buscar soluções para os problemas brasileiros, principalmente os econômicos e os sociais, que acarretam “a assustadora volta da inflação, do desemprego, da fome e da miséria”. Ele criticou o fato de o país gastar grande parte do Orçamento anual para pagar juros da dívida pública. Segundo ele, o país gasta pelo menos R$ 1 bilhão por dia para rolagem da dívida ou para pagar juros.

Dentre os projetos que apresentou como deputado federal destaca-se o PL 1.273/2007, que inclui as vacinas contra meningites pneumocócicas e meningocócicas no Calendário Básico de Vacinação da Criança.

Ele assumiu a presidência do PSD mineiro em 2014 e coordenou as campanhas de Anastasia e de Rodrigo Pacheco em 2018. Depois, foi diretor no Senado. Além de senadores, deputados e ministros, também compareceram à posse cerca de 150 prefeitos, entre eles Alexandre Kalil, de Belo Horizonte.

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