Sábado, 07 de Fevereiro de 2026
25°C 32°C
Maceió, AL
Publicidade

País tem ‘forte estrangulamento fiscal’, diz diretor da IFI

O Brasil enfrenta “um forte estrangulamento fiscal” e precisa passar um por “um profundo ajuste” para recuperar a capacidade de investimento. A con...

Colaboração para o Jornal Online Alagoas
Por: Colaboração para o Jornal Online Alagoas Fonte: Agência Senado
10/10/2025 às 13h27
País tem ‘forte estrangulamento fiscal’, diz diretor da IFI
Para Marcus Pestana, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, o Brasil precisa de um "ajuste profundo" - Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Brasil enfrenta “um forte estrangulamento fiscal” e precisa passar um por “um profundo ajuste” para recuperar a capacidade de investimento. A conclusão é do economista Marcus Pestana, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado. Pestana é autor da nota técnicaEndividamento público e tributação: federação e financiamento das políticas públicas, divulgada nesta sexta-feira ( leia aqui ).

Continua após a publicidade
Anúncio

De acordo com o documento, o Brasil esgotou duas das principais fontes de financiamento da máquina e das políticas públicas: a tributação e o endividamento. Segundo Marcus Pestana, “a restrição fiscal aguda compromete o horizonte de crescimento econômico do país ao inibir as alavancas que poderiam aumentar a produtividade da economia brasileira”.

“No cenário fiscal e orçamentário do setor público, o céu não é o limite. Há graves restrições e consequências importantes que mais cedo ou mais tarde se apresentarão, se a rota não for alterada. Há um aspecto inclusive que diz respeito ao pacto intergeracional. A estratégia de trocar gasto presente por dívida futura tem que levar em conta os interesses vitais das futuras gerações”, diz Pestana.

Socorro a entes federados

O economista identifica “um desafio federativo” na relação entre a União e o endividamento de estados, Distrito Federal e municípios. Segundo Marcus Pestana, “consolidou-se a tradição de permanentemente o governo central socorrer os entes federados regionais e locais”.

“Estados e municípios têm papel cada vez mais relevante no gasto e no investimento público e, na média, se encontram em situação fiscal bem mais favorável que a própria União. [...] A União, detentora de situação fiscal delicada, já não lidera os investimentos públicos e não tem mais as condições futuras de permanecer no papel de provedora de soluções fiscais para estados e municípios”, diz a nota técnica.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Maceió, AL
31°
Tempo nublado
Mín. 25° Máx. 32°
35° Sensação
6.17 km/h Vento
62% Umidade
100% (7.83mm) Chance chuva
05h22 Nascer do sol
17h51 Pôr do sol
Domingo
28° 25°
Segunda
28° 25°
Terça
28° 26°
Quarta
27° 26°
Quinta
28° 26°
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,22 0,00%
Euro
R$ 6,16 -0,07%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 380,541,38 -2,10%
Ibovespa
182,949,78 pts 0.45%
Enquete
Nenhuma enquete cadastrada
Publicidade