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Polícia de SP prende mulher por disseminar conteúdo de ódio e violência em plataformas digitais

Investigação teve início no Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), ligado à Secretaria da Segurança Pública de São Paulo

Colaboração para o Jornal Online Alagoas
Por: Colaboração para o Jornal Online Alagoas Fonte: Secom SP
13/04/2026 às 12h42
Polícia de SP prende mulher por disseminar conteúdo de ódio e violência em plataformas digitais
O trabalho contou com apoio da agência norte-americana Homeland Security Investigations (HSI). Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

A Polícia Civil de São Paulo prendeu uma mulher de 22 anos investigada por disseminar conteúdo de ódio e incentivar a prática de violência por meio de redes sociais e plataformas digitais . A prisão temporária foi cumprida no domingo (10), no estado do Maranhão, com apoio da Polícia Civil local.

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A investigação teve início a partir de informações recebidas pelo Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), da Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) , que identificou interações entre a suspeita e um jovem de 18 anos antes de um episódio recente de violência registrado no interior do estado. As análises apontaram que a mulher teria incentivado condutas violentas e demonstrado interesse em práticas semelhantes.

O trabalho contou com apoio da agência norte-americana Homeland Security Investigations (HSI), que identificou interações suspeitas em ambiente digital e repassou as informações às autoridades brasileiras.

Com base nos elementos reunidos, a Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Mogi das Cruzes representou à Justiça pela prisão temporária e por mandado de busca e apreensão. Os pedidos foram deferidos pela Vara das Garantias do município. A decisão considerou a existência de fortes indícios de autoria e a necessidade das medidas para o avanço das investigações.

O mandado de prisão tem prazo de 30 dias e foi expedido com base em crimes graves previstos na legislação penal brasileira. Como a prisão foi cumprida no Maranhão, a investigada deve permanecer inicialmente em unidade prisional daquele estado, à disposição da Justiça.

O jovem de 18 anos permanece preso, após ter sido detido em flagrante pela Polícia Militar em ocorrência anterior e ter a prisão convertida em preventiva.

Também foi autorizada a apreensão de dispositivos eletrônicos e o acesso aos dados armazenados, como mensagens e arquivos digitais, para aprofundamento da apuração.

As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do caso e identificar eventuais conexões com outros envolvidos.

Foto: Reprodução/Secom SP
Foto: Reprodução/Secom SP
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