
O Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), lançou na tarde deste sábado, 31, o novo Mapa Cultural de Sergipe. O evento aconteceu no Complexo Cultural Gonzagão e marcou mais um avanço na política de fortalecimento e democratização do acesso à cultura no estado.
A plataforma passa a reunir, em um único ambiente digital, agentes culturais, artistas, espaços, projetos e agendas, consolidando-se como um importante instrumento de governança e gestão cultural. O sistema permite o mapeamento colaborativo do setor, a organização de informações, a divulgação de espaços culturais e a operacionalização de editais e ações de fomento em todo o território sergipano.
A nova versão do Mapa Cultural tem como objetivo integrar e difundir a cultura sergipana, garantindo acesso público e gratuito às informações sobre produções e expressões culturais nas diversas regiões do estado. Entre as novidades estão recursos de geolocalização, atualização em tempo real, interface inclusiva e manutenção contínua da plataforma.
Para o presidente da Funcap, Gustavo Paixão, o lançamento representa um avanço significativo na relação entre o poder público e o setor cultural. “O novo Mapa Cultural de Sergipe amplia o acesso às informações, fortalece a transparência e cria um ambiente mais integrado entre quem faz cultura e as políticas públicas desenvolvidas no estado”, destacou.
A assessora técnica de Cultura da Funcap, Grazzy Coutinho, destacou o Mapa Cultural como uma ferramenta digital colaborativa que amplia a visibilidade e fortalece a conexão entre agentes culturais. “O Mapa centraliza informações, facilita o acesso aos editais de fomento e garante mais transparência nos processos. Além disso, amplia o alcance de artistas e produções locais e contribui para a construção de políticas públicas baseadas em dados reais”, ressaltou.
Para o coordenador da Aldir Blanc, Rodrigo Garcia, o Mapa Cultural tem papel fundamental na democratização das políticas públicas voltadas à cultura, ao ampliar a visibilidade de grupos, artistas e fazedores culturais em todo o estado. “O Mapa Cultural é extremamente importante porque cria uma rede que dá visibilidade aos artistas, grupos e fazedores de cultura, além de funcionar como uma plataforma de pesquisa para quem produz arte no próprio território ou em regiões vizinhas. Ele oferece um espaço igualitário, onde os editais são divulgados e operados com transparência, garantindo mais celeridade aos processos”, destacou.
Público aprova
A nova plataforma permite que agentes culturais, artistas, produtores e gestores registrem suas atividades e ampliem sua visibilidade. Para a população, o acesso às informações é simples e não exige cadastro prévio, podendo ser feito por diferentes dispositivos digitais.
O presidente da Associação de Quadrilhas Juninas de Aracaju (Asquaju), Cristiano Dias, destacou a importância do lançamento do novo Mapa Cultural para os fazedores de cultura. “Para nós, que somos fazedores de cultura, o lançamento do novo Mapa Cultural é de suma importância, porque atende diretamente às nossas necessidades. Foi uma iniciativa fundamental do Governo do Estado, por meio da Funcap, que ouviu os agentes culturais e construiu essa nova plataforma de forma coletiva. Antes mesmo do lançamento oficial, tivemos esse momento de diálogo aberto, permitindo que todos compreendessem de fato a proposta e o funcionamento do sistema”, afirmou.
A agente cultural Samara Gardênia destacou a relevância do novo Mapa Cultural e o impacto positivo da plataforma para os profissionais da cultura. “Acho muito importante esse novo Mapa Cultural e todas as suas funcionalidades, porque ele facilita o acesso às informações, amplia a visibilidade dos artistas e fortalece toda a classe artística. É uma ferramenta que contribui diretamente para a organização, a participação e o fortalecimento da cultura em todo o estado”, ressaltou.







